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domingo, 15 de maio de 2011

16 a 22 de maio acontecerá a 9ª Semana Nacional de Museus por mais de 500 cidades do Brasil

SEMANA NACIONAL DE MUSEUS




A 9ª Semana Nacional de Museus, organizada para celebrar o Dia Internacional dos Museus – 18 de maio. Os eventos deste ano acontecem entre os dias 16 e 22 de maio e giram em torno do tema “Museu e memória".

Participam da Semana 1.006 instituições, entre elas museus, galerias, casas de cultura e até redes sociais. Ao todo, serão realizados 3.080 eventos em mais de 500 cidades do País.

Você confere a programação da realização da 9ª Semana Nacional de Museus,  - liberada pelo Instituto Brasileiro de Museus–Ibram - na íntegra aqui: Guia-9-Semana-de-Museus-final


Fontes:

ACESSO: O Blog da Democratização Cultural: http://www.blogacesso.com.br/?p=3716
http://conexaodasartes-sme-rj.blogspot.com/

quarta-feira, 13 de abril de 2011

04 de abril até 26 de agosto acontece a Exposição "Registros de uma guerra surda", no Arquivo Nacional, no Centro do Rio de Janeiro.


Exposição 'Registro de uma guerra surda'

04  de abril a 26 de agosto


Entre 1964 e 1985, o Brasil viveu sob um regime de exceção que se apoiou fortemente em uma legislação autoritária, em um abrangente sistema de vigilância e repressão, e ações extra-oficiais contra opositores do regime, representadas por prisões ilegais, torturas, mortes suspeitas e desaparecimento. Durante o período, grande quantidade de documentos foi produzida pelos órgãos oficiais de repressão política, como sumários informativos, fichas de polícia técnica, relatórios de atividades daqueles considerados "subversivos", fotos de atividades "suspeitas" e pareceres da censura.

Hoje, essa documentação encontra-se guardada no Arquivo Nacional e também em arquivos regionais Brasil afora. O projeto Memórias Reveladas, que busca organizar e divulgar estes acervos e manter viva a memória deste período traz a público a exposição Registros de uma guerra surda, uma amostra não apenas da documentação oficial, mas também daquilo que foi produzido por órgãos de imprensa e organizações que se dedicavam a combater o regime.

A partir do sexto ano o interesse do aluno já poderá ser despertado pela temática da exposição. A história recente do Brasil e questões que vêem sendo discutidas ultimamente (inclusive com ecos na grande imprensa, como a condenação do Brasil pelo tribunal Interamericano, em conseqüência da não-investigação de casos de violação dos direitos humanos durante a ditadura militar) representam um ponto fundamental na educação escolar, e parte integrante do currículo.

Além da rede regular de ensino, o ensino de jovens e adultos só teria a se beneficiar do conhecimento e das discussões que a exposição proporciona, posto que a educação política é parte crucial da formação cívica dos brasileiros.


A exposição se divide em cinco módulos:

1. Institucionalização de um regime de exceção. A exposição abre com o golpe de 1964; emissão dos Atos Institucionais que pouco a pouco cercearam as liberdades políticas; estruturação do SNI, vigilância e serviço secreto; listas de cassados; o fechamento do Congresso Nacional.

2. Da repressão à reação. As greves e passeatas e a repressão a elas; prisão de manifestantes e militantes; organizações de luta armada: sequestros, apreensões, prisões, atentados; guerrilha do Araguaia; censura às artes e à imprensa.

3. A face pública do regime. O terceiro módulo mostra a propaganda que os governos militares faziam de si mesmos. O milagre econômico; o patriotismo exacerbado em datas cívicas; o apoio de organizações civis.

4. O começo do fim. O início da abertura; a relutância do governo em abrir espaço para a democracia; o recrudescimento das greves e passeatas; imprensa alternativa; abertura gradual; movimento pela abertura e pela anistia; diretas já.

5. O projeto Memórias Reveladas. Ações regionais patrocinadas através do projeto Memórias Reveladas.

A mostra audiovisual na cave do Arquivo Nacional, paralela à exposição Registros de uma guerra surda, ocorre às segundas feiras, 10h30 e às quartas feiras, às 15h30.

Os filmes exibidos na mostra incluem imagens de arquivo, curtas-metragem, produções independentes, registros pessoais, e envolvem temas como repressão, militância, movimentos sindical e estudantil, propaganda ideológica, exílio, golpes militares na América Latina.

A mostra ocorrerá nos meses de abril, maio, junho, julho e agosto nas dependências do Arquivo Nacional.


Programação do mês de abril


 



Dias 04 e 06 de abril: Movimentos estudantis - 15h30h - Local: CAVE          

1. 1968: estudantes versus polícia. Produção do arquivo nacional para o projeto Memórias Reveladas. Acervos Correio da manhã e Jornal do Brasil. 16 minutos. 2008.

2. Cpc 1964: discurso José Serra/ comício estudantil. Imagens de arquivo de Ana Maria Magalhães. 11 minutos. 1964

3. Vladimir Palmeira em 68. Produção da TV Câmara. Documentário. 48 min. 2009

4. Praia do Flamengo, 132 . Imagens da demolição do prédio da UNE na praia do flamengo. De Clóvis Molinari. 15 minutos. 1981.


 Dia 07 de abril - 17h - Local: auditório

1. Hércules 56 - Direção Silvio Da-rin - 2007 - Debate com a presença de Silvio Da-Rin e Vladimir Palmeira.


Dias 11 de abril às 10h30h e 13 de abril às 15h30h: Abertura dos arquivos do DOPS- Local: CAVE

1. Abertura arquivos DOPS: dia da caça. Silvio Nasser. Documentário. 75 minutos.

2. Acervo DOPS: papéis da repressão. Documentário produzido pelo núcleo de audiovisual e pelo departamento de ciência política da UFF. Luis Edmundo Castro. 16 minutos. 1993

3. DOPS Paraná: memórias da repressão. Documentário da Produção Imagem Arte em Vídeo e Secretaria de estado de comunicação do Paraná. 17 minutos. 1991


Dia 14 de abril - 17h - Local: auditório

1. Ao Pé da Árvore Branca - Direção Juan Alvarez - 2006

2. Instantâneos da Realidade - Paulo Fontenelle - 2004 - Debate com a presença de Maria Paula Araújo e Evandro Teixeira.


Dia 18 de abril, às 10h30 e 20 de abril, às 15h30: Presídios - Local: CAVE

1. Aspectos da vila do Abraão. Imagens de arquivo da Agência Nacional mostrando o presídio em Ilha Grande. 5 minutos. [197-]

2. Jessie Jane. Imagens de arquivo da ex-prisioneira política. 5 minutos. [197-]

3. Militantes "arrependidos" Depoimentos de ex-militantes de esquerda que desistiram da "subversão" e renegam seu passado. Imagens do acervo Presidência da República. 40 minutos. 1971.

Dia 25 de abril, às 10h30 e 27 de abril, às 15h30: Greves - Local: CAVE

1. De mãos dadas. André Lazaro e Ivan Vianna. Documentário produzido por ocasião do julgamento, em 1978, de militantes do Movimento pela Emancipação do Proletariado presos no ano anterior. 60 minutos. 1981

2. Greve! Documentário que registra os principais momentos da greve no abc, em 1979. João Batista de Andrade. 36 minutos. 1979

28 de abril - 17h - Local: Auditório

1. Cidadão Boilesen - Direção Chaim Litewski - 2008


O projeto Memórias Reveladas é uma iniciativa do governo federal, que já canalizou recursos para arquivos regionais em vários estados, recursos estes captados junto à Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Eletrobrás e BNDES. A exposição será inaugurada em 1º de abril de 2011, na sede do Arquivo Nacional, e estará aberta ao público a partir de 04 de abril.

Endereço: Praça da República, 173, Centro, Rio de Janeiro

Horário: 08h30 às 18h

Informações no telefone 2179-1273 ou e-mail pi@arquivonacional.gov.br

Entrada franca


Reprodução: Arquivo Nacional

sábado, 5 de março de 2011

Até 13 de março segue a Exposição Cora Coralina no CCBB Rio de Janeiro, com entrada franca.

Exposição

“Cora Coralina – Coração do Brasil”


Exposição em homenagem aos 25 anos do falecimento de Cora Coralina, pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, poetisa e contista, mulher simples, doceira de profissão, que produziu uma obra rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás, estado onde nasceu, localizado no coração do Brasil. Começou a escrever aos 14 anos, mas só teve seu primeiro livro publicado aos 76.

Curadoria: Júlia Peregrino.
Cenografia: Daniela Thomas.



SERVIÇO

Data: De 11 de janeiro a 13 de março

Horário: Terça a domingo, das 9h às 21h

Local: Salas B, C e D – 2º andar - Rua Primeiro de Março, 66 - Centro

Recepção/Informações: Terça a domingo, das 9h às 21h

Telefone: (21) 3808-2020

Classificação: Livre

Entrada Franca

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                                                       Foto: Cora Coralina

Uma poesia

Aninha e suas pedras

Não te deixes destruir...

Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha
um poema.
E viverás no coração dos jovens
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas
e não entraves seu uso
aos que têm sede.

Cora Coralina (Outubro, 1981)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

01 de fevereiro a 20 de maio acontece a Exposição de restauro dos painéis "Guerra e Paz", de Candido Portinari no Rio de Janeiro

Os painéis “Guerra e Paz” de Portinari, em restauro, são expostos em um ateliê aberto ao público no Rio de Janeiro.
    Foto:  Painéis “Guerra e Paz” do pintor brasileiro Cândido Portinari,


Reprodução: Agência EFE Brasil

Rio de Janeiro, 2 fev (EFE) - Os painéis "Guerra e Paz", do pintor brasileiro Candido Portinari estão expostos em um ateliê aberto ao público no Rio de Janeiro, onde é possível conferir a restauração das obras antes de seu retorno à sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.

Os trabalhos de restauração foram apresentados nesta quarta-feira aos jornalistas pela Fundação Portinari, que transferiu os painéis de Nova York e é responsável por sua atual exposição fora da ONU.

Os murais que compõem o trabalho de Portinari (1903-1962) foram uma encomenda do Governo brasileiro ao artista em 1952 para serem enviados à sede da ONU, onde permaneceram desde 1957 sem serem exibidos ao público por razões de segurança.

A iniciativa quer mostrar em primeira mão aos brasileiros que visitarem o Palácio Gustavo Capanema, antiga sede do Ministério da Educação, como se restaura uma obra de arte.

Até o dia 20 de maio os painéis serão submetidos a um processo de limpeza com esponjas além do emprego de inovações tecnológicas de artes plásticas, disse à Agência Efe Cláudio Valerio Teixeira, um dos coordenadores da restauração.

"As pinturas, em termos gerais, estão em bom estado, mas vamos realizar uma limpeza utilizando esponjas porque é a técnica que oferece menos riscos", explicou Teixeira.

Antes de sua passagem pelo ateliê, os painéis do artista foram expostos no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde Portinari apresentou seu trabalho pela primeira vez em 1956.

Antes de seu retorno a Nova York, o conjunto de murais passará por São Paulo e Brasília.

Em caso de receber financiamento, a Fundação Portinari estuda expor a obra do pintor, considerado como um dos principais artistas do Brasil no século XX, em cidades europeias como Paris e Roma.




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RESTAURAÇÃO

Ateliê aberto GUERRA E PAZ, de Portinari

Palácio Gustavo Capanema
Rua da Imprensa, 16 – Centro
Rio de Janeiro – RJ
(21) 2240-3344

De 01 de fevereiro a 20 de maio de 2011-02-08
Horário : 3ª a 6ª das 10h às 17h


Entrada Franca

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Saiba mais...

Esta exposição e restauro no Brasi, faz parte do « Guerra e Paz - Projeto Portinari ». Os painéis medem 14m de altura por 10 de largura (aprox.), encomendados pelo governo brasileiro a Candido Portinari para presentear a sede da ONU, no final de 1952. Portinari trabalhou com dedicação durante 4 anos no auditório dos estúdios da TV Tupi ; na confecção de 180 estudos, esboços e maquetes para os murais. Em 5 de janeiro de 1956, Candido Portinari entrega va os painéis Guerra e Paz ao Ministro das Relações Exteriores Macedo Soares, para doação à Organização das Nações Unidas (ONU).
A pedido do Governo Brasileiro, a ONU entregou a guarda de Guerra e Paz ao Projeto Portinati, até agosto de 2013, em função de sua sede está em reforma, com a condição de devolvê-lo restaurado. A Direção Geral do Projeto Portinari é do filho do pintor, João Candido Portinari.

O PROJETO GUERRA E PAZ.


« A vinda dos painéis Guerra e Paz para restauração no Brasil oferece a oportunidade de apresentarmos a estudantes, estudiosos e ao público interessado os modernos procedimentos e técnicas de restauro usados no Brasil. » Leia mais...

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Até 25 de fevereiro de 2011 acontece a maravilhosa exposição em comemoração aos 200 anos da Biblioteca Nacional, no Centro do Rio de Janeiro, com entrada gratuita.


Essa é uma oportunidade histórica, imperdível. Nós da Equipe do Blog M&QS sugerimos a todos uma visita à essa fantástica:

Exposição Biblioteca Nacional 200 Anos: UMA DEFESA DO INFINITO


Originais de Rembrandt, Di Cavalcanti, Clarice Lispector, a primeira edição de Os Lusíadas e a raríssima Bíblia de Mogúncia (1462) são exibidos ao público, no Rio de Janeiro

Ao comemorar 200 anos, a Biblioteca Nacional do Brasil abre ao público uma fantástica exposição, com duzentas obras de seu precioso acervo e entrada gratuita, até o dia 25 de fevereiro. A exposição Biblioteca Nacional 200 Anos - Uma defesa do Infinito exibe originais de livros, gravuras, manuscritos, periódicos, partituras e até brinquedos antigos, que integram o acervo da instituição – uma das dez maiores bibliotecas nacionais do mundo. Atualmente, existem mais de 9 milhões de obras sob sua guarda.

A exposição narra a trajetória da Biblioteca, desde sua viagem com a Corte Portuguesa para o Brasil, em 1808, até os dias de hoje. Exibe a história de suas coleções e dos edifícios que, ao longo do tempo, abrigaram os acervos. Conta, ainda, a história do prédio atual, que há cem anos guarda relíquias do passado e registram a memória do país.

A arquitetura e a história do belíssimo edifício de estilo eclético são celebradas no terceiro andar do prédio, onde as imagens da construção e das reformas simulam a ambiência das primeiras décadas do século XX.

Mas é com um passeio sobre o acervo, que o visitante encontra a verdadeira dimensão infinita do conhecimento, existente em uma biblioteca. São olhares múltiplos, que incluem a variedade de formatos e de origens geográficas, o impresso e o manuscrito, a sacralidade do texto e a concretude da censura, as memórias e sua construção, o saber enciclopédico e a dimensão dos sonhos.

Em destaque, a Bíblia de Mogúncia (1462), impressa por ex-sócios de Gutenberg, criador da imprensa; um Livro de Horas (livro de orações) da Idade Média, com pinturas a ouro; a primeira edição de Os Lusíadas, de Luís de Camões; A menina do narizinho arrebitado, de 1920, de Monteiro Lobato; peças que integram a Coleção D. Thereza Christina Maria, doada à instituição por D. Pedro II; edições de periódicos como a revista Tico Tico e O Pasquim; manuscritos de Clarice Lispector, Raul Pompéia, Castro Alves, Graciliano Ramos e Carlos Drummond de Andrade; a ópera O Guarani (1871), de Carlos Gomes; mapas, entre tantas outras peças do acervo, algumas delas exibidas ao público pela primeira vez na história.

Por fim, o visitante é brindado com duas dimensões artísticas frequentemente dissociadas do espaço das bibliotecas, mas que também têm seu lugar, na Biblioteca Nacional: a música e as artes plásticas. Nesta parte final, há peças como a partitura manuscrita original da obra Pelo Telephone, de Donga, e objetos dos maestros Francisco Mignone e César Guerra Peixe.

O público poderá ainda admirar uma galeria de arte com obras de grandes nomes como Di Cavalcanti, Iberê Camargo, Albrecht Dürer, Giovanni Battista Piranesi e Rembrandt.

Exposição Biblioteca Nacional 200 Anos – Uma Defesa do Infinito
Local: Espaço Cultural Eliseu Visconti
Rua México, sem número (Entrada pelo jardim. Fundos da BN)
Centro, Rio de Janeiro - RJ
Segunda a sexta, das 10h às 17h. Entrada Franca

Exposição: 100 anos do prédio da Biblioteca Nacional
Local: Terceiro andar do prédio sede
Avenida Rio Branco, 219, Centro, Rio de Janeiro - RJ
Segunda a sexta, das 10h às 16h. Entrada Franca


Reprodução: Biblioteca Nacional

sábado, 25 de setembro de 2010

09/09 a 03/10, no Sesc Nova Iguaçú e de 14/09 a 14/10 no Sesc Dq. de Caxias acontece "Olhares da Baixada" - Exposição Fotográfica.


No mês que o FotoBaixada faz um ano de fundação temos orgulho e alegria de convidar a todos a duas exposições simultâneas, que ocorrerão nas unidades Nova Iguaçu e Duque de Caxias do Sesc.

São 60 imagens, de 20 fotógrafos membros do fotoclube, que mostram os Olhares da Baixada para dentro de si e para o mundo.

Aline Marques, Álvaro Farias, Alziro Xavier, Bruna Jacubovski, Bruno Baketa, Flávio Bravim, Getulio Ribeiro, Giordana Pacini, Gustavo Azeredo, Henrique de Sá, Liliam Pontes, Marcele Pontes, Marcelo França, Marcos Hermes, Mazé Mixo, Márcio Mitkay, Mariane Dias, Ratão Diniz, Romulo Baptista e Valtemir Valle.

Venha, entre, sinta-se em casa.

Reproduçao: Fotobaixada

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

17 de setembrro a 21 de novembro de 2010, acontece a mostra da Exposição Brasiliana Itaú, no Rio de Janeiro



EXPOSIÇÃO BRASILIANA ITAÚ

O Ministério da Cultura, o Instituto Brasileiro de Museus, o Itaú Unibanco Holding S.A. e o Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro convidam para abertura da exposição Brasiliana Itaú, no próximo dia 16.

A exposição traz ao público parte de uma coleção privada cujo acervo atualmente conta com mais de 2 mil títulos e cerca de 5 mil imagens ligadas à História do Brasil. Destaque para o retrato a oléo de dom Pedro II, realizado por Rugendas em 1846, adquirido recentemente. Com curadoria de Pedro Corrêa do Lago, a mostra fica aberta para visitação de 17 de setembro a 21 de novembro de 2010.

Abertura
quinta 16 de setembro
19h

visitação
sexta 17 de setembro a domingo 21 de novembro
terça e sexta das 10h às 18h
sábado, domingos e feriados das 12h às 17h

entrada R$5 | aos domingos a entrada é franca

Museu Nacional de Belas Artes  | Av. Rio Branco, 199 - Rio de Janeiro
fone 21 2219 8474 (ramais 23 e 29)


imagem : Souvenir de Rio de Janeiro, 1832  (Obra de J.B.Debret, J.M.Rugendas, V.Barat e Araújo Porto Alegre) 
Reprodução de texto: Folder acima.

domingo, 5 de setembro de 2010

04 e 05 e 11 e 12 de setembro de 2010, acontece em Santa Teresa a 20ª edição de exposições coletivas

Santa Teresa de Portas Abertas
Dois fins de semana de cultura

                                          Fonte: Site Outra Coisa

Arte de Portas Abertas chega à sua 20ª edição com exposições coletivas e intervenção no bondinho.

Nos próximos dois fins de semana (4 e 5 e 11 e 12), Santa Teresa recebe pela 20 avez o Arte de Portas Abertas, que já se consagrou no calendário carioca como promotor e difusor de arte e cultura. Mais de 80 artistas vão expor suas produções, seja em seus próprios ateliês ou nos 13 centros culturais fincados no bairro mais bucólico e charmoso da cidade.

- Uma grande e boa novidade é a participação de artistas que não residem ou trabalham no bairro e que vão apresentar seus trabalhos em exposições coletivas nos centros culturais. A Chave Mestra cresceu para fora de Santa Teresa e, graças a essa expansão, teremos artistas de lugares como Portugal, que virão especialmente para o evento, além de argentinos, alemães e italianos - antecipa a pintora Regina Marconi, que comanda a Chave Mestra, organizadora do evento, acrescentando que o público estimado para a edição é de 30 mil visitantes.

Toda a programação do Arte de Portas Abertas está disponível no site . Os 39 ateliês funcionarão das 11h às 18h nos quatro dias de evento.

Para chegar ao bairro, Regina sugere a utilização do charmoso bondinho, símbolo de Santa Teresa, que terá dois carros com intervenção artística: eles receberão iluminação de neon para dar a impressão de estarem flutuando, assim como a imaginação de artista e público da mostra ao ar livre.